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domingo, dezembro 16, 2018

Resenha Escritores da Liberdade


RESENHA DO FILME OS ESCRITORES DA LIBERDADE


O filme inicia com uma guerra de gangues em bairros pobres causados pelo preconceito racial. Surge uma professora iniciante na Escola Wilson High School  com muitas expectativas para os seus alunos e com a sua função na escola, porém essa empolgação não é deixada de lado ao entrar na sala e perceber que todos os alunos não atendiam ao modelo por ela idealizado, tornando frustrante os primeiros encontros em sala de aula, os quais foram marcadas por brigas entre colegas, descaso dos alunos para com a sua pessoa e muitas insatisfações.
A professora encontra diversas dificuldades  na escola, ora pela direção e professores, ora por alunos que a rejeitam por ser branca e achar que ela é só mais uma em meio aos outros, ao ponto de deixá-la sozinha em sala de aula.
Tenta agradar os alunos levando uma música que trazia realidade deles, os alunos se identificaram com a música mas foram resistentes, posteriormente fizeram um desenho, o qual gerou vários risos deixando a professora a principio sem reação, questionou sobre o desenho e  quem o desenhou dizendo que tinha dom para arte, através desse desenho a professora sensibilizou os alunos com questionamentos sobre o que queriam para as suas vidas, tais perguntas deixaram os alunos reflexivos deixando a sozinha quando o sinal toca.
Após reflexão também pela professora ela sugere  uma dinâmica da “ linha” no chão da aula, em que eles são convidados a se aproximarem dela a partir de perguntas propostas conquistando a confiança da turma. A partir disso cria uma nova metodologia de trabalho que seria a escrita de um diário, em que os alunos escreveriam o que tivesse vontade e caso quisesse compartilhar seus relatos deixassem em um armário. A professora se surpreende com tantos diários e passa a ler um por um conhecendo assim o perfil de todos os seus alunos. Adotou com isso um projeto de leitura baseada no livro “O diário de Anne Frank”, todos os alunos liam o livro e registravam em seu diário tudo que sentia vontade.
Com toda essa leitura a turma começou a tratar a professora com carinho e respeito a ponto de querê-la como professora nos próximos anos.
Percebemos que a professora consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos independente da cor da pele e luta para tentar incluí-los em um processo educacional em que eles possam ser atuantes, agentes de suas ações a fim de que  uma nova  sociedade possa ser reconstruída tendo eles como integrantes principais.
Nesse sentido, o filme “Escritores da Liberdade” precisa ser observado por todos nós educadores com um olhar voltado para o nosso papel em sala de aula e qual a nossa função na transformação e no processo de inclusão dos alunos em uma sociedade.

domingo, setembro 23, 2018

Filme Quase Deuses


O filme  Quase Deuses narra à história de dois homens que através de pesquisas práticas mudaram os conceitos sobre cirurgias cardiovasculares, tendo como cenário inicial a cidade de Nascheville, ano de 1930. Um deles carpinteiro chamado Vivien Thomas (1910-1985), afro-americano, que sonhava em ser médico.  É contratado como auxiliar de serviços gerais em um laboratório  que usava cães como cobaia. O outro, um médico, Dr. Alfred Blalock   reconhecido no meio cientifico.
Vivian além de ser um ótimo carpinteiro possuía uma mente privilegiada, aprendia com extrema facilidade e era bastante habilidoso com as mãos e isso não passou despercebido pelo seu chefe o Dr. Blalock. Percebendo que lhe seria útil em suas pesquisas colocou-o como ajudante de laboratório.
Vivian comenta com seu chefe sobre seu sonho de se tornar médico, Dr. Blalock estranha tamanha ambição, pois acreditava que o normal seria ele continuar a profissão de seu pai. Porém as circunstancias como: a falência do banco em que ele depositava suas economias de sete anos, o nascimento de suas duas filhas e a falta de apoio do seu chefe fizeram com Vivian não realizasse seu sonho.
O jovem rapaz se mostrava cada vez mais capaz fazendo com que as pesquisas evoluíssem bastante, tornando-se indispensável ao médico pesquisador, mas isso não mudou sua vida para melhor, pois naquela época os negros eram segregados os salários eram diferenciados e sem escolaridade não evoluíam de função de forma burocrática, isso significava que Vivian exercia uma função e recebia por outra duas vezes abaixo da sua, mudou-se para Baltimore em 1943, com seu chefe e a casa que passou a morar com esposa e filhos não era boa, motivo de constantes queixas de sua esposa, além disso, ele tinha que fazer diversos serviços para o seu locador a fim de obter descontos nos aluguéis.
Outro grande exemplo da segregação racial estava na própria família de Vivien, seu irmão Harold, professor, que travava batalha judicial para igualar seu salário aos dos brancos, não contava com o apoio de seu pai, pois o mesmo acreditava que Harold deveria se conformar e esperar que as coisas mudassem com o tempo. Doze anos depois ele venceu a batalha, porém decepcionado com seus colegas de trabalho abandonou a profissão.
Dr. Blalock sempre requisitava Vivien para outros serviços, mais estes eram de cunho doméstico que não davam a Vivien a oportunidade de evoluir socialmente. Um destes serviços foi o de garçom na festa do Dr. E ao presenciar uma conversa em que uma médica pede a Blalock, que direcione os estudos para a cura da doença conhecida como síndrome do bebe azul Vivien se mostra interessado dando palpites bastante pertinentes intrigando aos presentes e conquistando o respeito da Dr. Que questiona quem seria aquele rapaz, e os convida a analisar um bebe que ela já acompanhava a algum tempo.Vevien e Blalock aceitam o desafio e passam a estudar a doença praticando nos cães do laboratório.Vale salientar que quem pensasse em cirurgia cardíaca era tido como louco,pois era visto como impossível essa prática.Entre avanços e fracassos da pesquisa Vivien por fim descobre a cura através de uma cirurgia bastante complicada.Esse feito proporcionou a Vivien o poder de reivindicar por melhorar seu salário e mudar sua qualificação. Para surpresa de todos a cirurgia no bebe foi um sucesso e teve a participação de Vevien não como cirurgião mas como direcionador da prática.
A todos até a quem não participou da pesquisa foi dado o mérito desse avanço cientifico menos ao principal responsável Vivien que por diversas vezes pelo Dr. foi comparado a sua incrível habilidade ao que só Deus poderia fazer.Sentido-se humilhado pelo desprezo de Blalock Vivien se demite do hospital Hopinks, a quem prestou serviço por mais de doze anos, acreditando que com sua experiência lhes seriam abertas as portas da universidade para negros e que conseguiria créditos para concluir o curso de medicina antes do normal,porém lhe foi negado e mais essa decepção levou-lhe a vender medicação cirúrgica para outros hospitais dando o Hopinks como referencia.
Após algum tempo e de conversa com sua esposa Vivien percebe que apesar da falta de reconhecimento não conseguia viver sem explorar seu talento por que era o que ele mais gostava de fazer e decide procurar o Blalock e retomar o seu trabalho. Trinta anos depois ele ressurge como diretor da sua área, e após morte do Dr.Blalock,Vivien então tem o seu merecido reconhecimento com o diploma de doutorado a ele concedido e sua foto na galeria dos médicos mais importantes do hospital recebido das mãos da atual colega e diretora responsável  pelo hospital
O filme Quase Deuses  nos permite fazer uma reflexão  nas possibilidade de superação de um negro que acreditou em seu sonho mesmo diante de tanto preconceito e dificuldades. A presença de humildade, persistência, dedicação e sacrifícios pessoais em prol do bem comum por parte de Vivien  nos faz pensar que o “ eu” não deve ser pensado individualmente e sim coletivamente.


Resumo do filme pro dia nascer feliz


O diretor inicia o documentário “Pro dia nascer feliz” com declarações de estudantes e manchetes de jornais que chamam à atenção para o futuro da juventude exibindo alguns depoimentos de alunos a cerca das expectativas que têm em relação a educação/escola, de instituições localizadas em diferentes regiões do país,. Mostra a realidade das escolas, a relação professor/aluno, aluno/aluno entre outros aspectos. No nordeste, ele apresenta escolas das cidades de Manarí e Inajá - interior de Pernambuco. Evidencia a realidade típica dessa região, onde os aspectos culturais e sócio-econômicos se refletem na escola assim como a credibilidade que a comunidade deposita na educação escolar para mudar de vida e veem a escola como única alternativa para tal. Na primeira escola uma aluna reclama da falta de interesse dos próprios estudantes, do descaso deles com a merenda escolar, mas vê no professor o compromisso com a educação. Enquanto isso em outra escola uma estudante depõe que os professores são descompromissados para com os alunos, que não valorizam a produção do aluno, não acreditam no seu potencial, não há cumprimento do calendário escolar, isso se dá também em conseqüência da falta d’água, falta de transportes,  a ausência de professores que deixam de ir à aula sob alegação de fazerem cursos de pós-graduação, resultando assim, em aulas vagas Na região sudeste,  ele visitou escolas do Rio de Janeiro e São Paulo. No Rio, visitou a Escola Estadual Guadalajara, em Duque de Caxias, exibindo a estrutura física da escola, salas vazias, outras cheias e apertadas, método tradicional, alunos dispersos durante a aula e a realização do Conselho de Classe, momento em que discutiam o desempenho/ aprendizagem dos alunos. Em São Paulo, mostrando escolas que atendiam alunos de camadas populares, de periferia, que mesmo compromissados com a educação, não tinham garantias de aulas regulares devido a falta de professores, a queixa de uma professora que alegava a falta de dignidade e respeito das pessoas para com esta profissão e questionava sobre o papel do professor na sociedade, o lamento da diretora com relação a possibilidade de mudanças significativas. Expõe a estrutura do Colégio Santa Cruz - freqüentado por alunos de classe média - a metodologia da professora, a participação dos alunos na aula, relação professor/aluno, salas amplas e arejadas,  atendendo alunos de classe média de famílias consideradas estruturadas e presentes na educação de seus filhos.

Filme óleo de Lorenzo


Análise  do Filme o Óleo de Lorenzo  x relação com a Ciência


A ciência é uma invenção grega e veio substituir a mitologia como o acervo de conhecimento que o homem procurava para explicar a sua existência e o seu papel no mundo.
O filme O Óleo de Lorenzo trata-se da história de uma criança que tem uma doença rara e, pelos prognósticos dos doutores cientistas, não viverá muito.
A fala fria e científica do médico, ao informar o diagnóstico, contrasta com o desespero dos pais. A mãe pergunta se não há uma remota possibilidade de cura, se ele tem certeza. O doutor responde, secamente: “Absoluta”. Só resta a resignação.
Os pais de Lorenzo sem aceitar passivamente o diagnóstico passaram a se dedicar ao estudo dos mecanismos básicos celulares, buscando aprender e entender como as células do organismo funcionam. Passavam dias e noites em bibliotecas, mergulhados em livros. Quando eles acreditavam que haviam encontrado alguma informação relevante, procuravam médicos e professores dos cursos de medicina e discutiam com eles suas idéias, sempre buscando encontrar uma forma de tratamento que minimizasse o sofrimento de Lorenzo.
Outro aspecto da observação refere-se as enfermeiras que colaboram no acompanhamento de Lorenzo. Incomodadas com o sofrimento do garoto e, sem esperança de que o quadro clínico possa ser revertido, comportam-se mais como profissionais da saúde, estabelecendo uma relação sujeito-objeto e mantendo uma distância segura do envolvimento emocional.
É observado que não se aceita os demais saberes a não ser o saber considerado científico por isso as dificuldades encontradas foram enormes, desde preconceitos de profissionais por serem eles leigos em Bioquímica e Medicina.
É importante salientar que não se observa contradição alguma entre os tipos de saber indutivo e o autodidatismo de Augusto Odone. Augusto observa, formula, testa e refuta hipóteses através da experimentação. O que Augusto não tem é o saber legitimado, não pertence à comunidade científica, é um homem comum, ou seja, não tem “um nome próprio, um nome conhecido e reconhecido.

A ciência, então reconheceu a eficácia do ‘óleo de Lorenzo’, que teve sua comprovação científica em uma pesquisa longitudinal coordenada pelo neurologista Hugo Mozer e publicada na revista New Scientist. A comunidade científica cooptou Augusto Odone como membro, outorgando-lhe o diploma honorário de medicina.

Começa aqui a definir-se o que Bourdieu (1983, p. 122) chama campo científico, que “é o lugar, o espaço de jogo de uma luta concorrencial” e o que Kuhn (2005, p. 29) chama ciência normal, que “significa a pesquisa firmemente baseada em uma ou mais realizações científicas passadas. [...] reconhecidas durante algum tempo por alguma comunidade científica específica como proporcionando os fundamentos para sua prática posterior”.

E por fim uma questão feita pela mãe de Lorenzo que merece reflexão: Nossos filhos estão à serviço da ciência médica ? Pensei que a ciência médica é que estava a serviço do doente.

quarta-feira, maio 18, 2016

Atividade sobre o filme Era uma vez

1.      Preencha a ficha técnica do filme
a)      Título:
b)      Duração:
c)      Protagonistas
d)      Produtores

2.      Caracterize os personagens
a)      Nina
b)      Carlão
c)     
3.      Cite algumas questões sociais presentes no filme.
4.      Quais problemas sociais são vividos pelos personagens?
5.      Em que momento do filme há um desequilíbrio em sua trama?

6.      O que você achou do final do filme? Mudaria?

Desafios nas redes sociais

A aprendizagem em espaços virtuais, como por exemplo, as redes sociais constitui um enorme desafio para a sociedade digital, na medida em q...