Com exemplos a serem seguidos
Orgulhamos de transmitir conhecimentos
Lidando com aluno de toda idade
Educação de qualidade está em nossos pensamentos
Garantindo o desempenho das pessoas da nossa cidade
Investindo sempre em nossos planos
Objetivos a serem cumpridos
Muitos por aqui passaram conseguiram
Ultrapassar barreira que parecia infernal
Não desanimaram e nem ficaram em cima do muro
Imprevistos aconteceram, mas seguiram
Conquistaram seu ensino fundamental
Investindo em seu futuro
Procuraram melhorar a sua vida
Alguns partiram, outros ficaram
Lembrando sempre da sua partida
Nossa quanto tempo passou!
Os ensinamentos ficou!
Sempre com uma missão
Somos mesmo cidadão
Atentos pela educação
Sabemos que muitos fazem a história da escola
Enquanto que aqui permanece
Não esquecemos Elza que ficou na memória
Honras registramos a Eliud e Rosália
Ontem e hoje o professor não esquece
Registramos os alunos que não esquecem a cola
Antes e sempre Adriana e Idália.
Desse jeito todos ficam contentes
Os professores, porteiro e serventes
Carinhosamente estamos alegres a comemorar
Anos de educação e compreensão
Respeito ao aluno é nossa missão
Muitos anos ainda virão
Orgulhosos não podemos parar
domingo, abril 24, 2011
SUGESTÕES DE ATIVIDADES EM GRUPO
As sugestões apresentadas a seguir devem ser adaptadas pelos professores, que levarão em conta as condições de aprendizagem dos alunos, o ambiente e os objetivos para a aula. A própria prática irá sugerindo variações, aumentando a variedade de propostas e incentivando a participação do aluno.
É importante analisar o processo de formação dos grupos. Existem várias possibilidades, que devem ser alternadas. A livre escolha entre colegas é interessante, mas exige a atenção dos professores para lidar com os que não costumam ser escolhidos.
Por outro lado, é necessário que os alunos aprendam a trabalhar com quem for preciso, ainda que prefiram escolher os companheiros – nem sempre isso vai ser possível na vida real. Quanto maior a variedade de pessoas com quem eles dividam tarefas na escola, maiores serão as possibilidades de adaptação à diversidade do mundo lá fora.
E agora, quanto à avaliação. Como avaliar o trabalho em grupo? O que precisa ser avaliado?
Toda avaliação procura medir, de alguma forma, até que ponto o objetivo foi alcançado. Se o objetivo for estimular a curiosidade em relação a um tema, por exemplo, os participantes devem avaliar em que medida isso foi conseguido. Quando o objetivo é conhecer melhor um assunto, através de pesquisa em materiais extraclasse, a avaliação deve medir se o nível desse conhecimento mudou, no final da atividade.
Notas, conceitos, graus, a medida pode variar. O importante é desenvolver a capacidade de análise e julgamento dos alunos, oferecendo-lhes oportunidades de criticar e avaliar o trabalho realizado.
EXEMPLOS DE ATIVIDADES;
1.PHILLIPS 66 - Para aquecer o ambiente e levar a focalizar o tema da aula forme grupos de seis alunos. Faça uma pergunta. Eles terão 5 minutos para discutir e 1 minuto para redigir a resposta. O segredo do sucesso dessa atividade é a formulação da pergunta, que deve ser curta, muito clara e provocativa. Alem de motivador, esse exercício é muito indicado para desenvolvera capacidade de síntese e a organização dos grupos.
2.PAINEL SIMPLES – Organize cinco ou seis grupos. Proponha um tema para cada grupo pesquisar e apresentar uma semana depois para a classe toda. Combine o tempo de apresentação ( cerca de 20 minutos) e ofereça ajuda para a preparação. No dia marcado, sorteio o aluno que fará a exposição em cada crupo. Os demais ficam na platéia, prestando atenção, fazendo perguntas e comentários. Faça um breve resumo das principais colocações.
3. PAINEL INTEGRADO – Divida a classe em cinco grupos de cinco alunos – por exemplo A, B, C.D e E. Dentro de cada grupo, atribua um numero a cada participante ( 1,2,3,4 e 5 ). Proponha um tema e deixe conversarem por 10 minutos. Reorganize então os grupos: seunindo todos os números 1 de cada grupo, e assim sucessivamente, formando cinco novos grupos. Diga para apresentarem as conclusões da primeira fase dos interlocutores. Passados 10 minutos, abra a discussão para o coletivo, destacando pontos de concordância e divergência.
4.PERGUNTAS E RESPOSTAS – Divida a classe em cinco grupos e peça para elaborarem quatro perguntas sobre determinado tema. Escreva cada pergunta em uma folha separada e identifique o grupo que a fez. Depois, encaminhe as questões formuladas pelo grupo A aos demais grupos e assim sucessivamente. Cada grupo deve responder, por livre escolha, uma das questões recebidas. Finalmente, volte a reunir a classe, lendo as questões escolhidas e as respostas. Estimule as discussões, observando qual equipe teve mais perguntas escolhidas pelos colegas.
5.VERBALIZAR E OBSERVAR – Divida a classe em dois grupos e arrume as carteiras em dois círculos concêntricos. O grupo que se sentar no circulo interno será o GV e no circulo externo fica o GO. Explique bem os papeis de cada grupo. O GV deverá discutir, no prazo combinado ( 10 minutos por exemplo) o tema indicado, e chegar a uma conclusão com a qual todos concordem. O GO ficará observando e registrando quais atitudes ajudam a alcançar o objetivo e quais atrapalham. Terminado o prazo, forme um só circulo e peça para o GO fazer seus comentários, permitindo que a turma do GV, acrescente suas próprias observações. Faça um quadro resumo das atitudes que mais ajudam e das que mais atrapalham uma discussão em grupo e converse sobre isso com a classe.
É importante analisar o processo de formação dos grupos. Existem várias possibilidades, que devem ser alternadas. A livre escolha entre colegas é interessante, mas exige a atenção dos professores para lidar com os que não costumam ser escolhidos.
Por outro lado, é necessário que os alunos aprendam a trabalhar com quem for preciso, ainda que prefiram escolher os companheiros – nem sempre isso vai ser possível na vida real. Quanto maior a variedade de pessoas com quem eles dividam tarefas na escola, maiores serão as possibilidades de adaptação à diversidade do mundo lá fora.
E agora, quanto à avaliação. Como avaliar o trabalho em grupo? O que precisa ser avaliado?
Toda avaliação procura medir, de alguma forma, até que ponto o objetivo foi alcançado. Se o objetivo for estimular a curiosidade em relação a um tema, por exemplo, os participantes devem avaliar em que medida isso foi conseguido. Quando o objetivo é conhecer melhor um assunto, através de pesquisa em materiais extraclasse, a avaliação deve medir se o nível desse conhecimento mudou, no final da atividade.
Notas, conceitos, graus, a medida pode variar. O importante é desenvolver a capacidade de análise e julgamento dos alunos, oferecendo-lhes oportunidades de criticar e avaliar o trabalho realizado.
EXEMPLOS DE ATIVIDADES;
1.PHILLIPS 66 - Para aquecer o ambiente e levar a focalizar o tema da aula forme grupos de seis alunos. Faça uma pergunta. Eles terão 5 minutos para discutir e 1 minuto para redigir a resposta. O segredo do sucesso dessa atividade é a formulação da pergunta, que deve ser curta, muito clara e provocativa. Alem de motivador, esse exercício é muito indicado para desenvolvera capacidade de síntese e a organização dos grupos.
2.PAINEL SIMPLES – Organize cinco ou seis grupos. Proponha um tema para cada grupo pesquisar e apresentar uma semana depois para a classe toda. Combine o tempo de apresentação ( cerca de 20 minutos) e ofereça ajuda para a preparação. No dia marcado, sorteio o aluno que fará a exposição em cada crupo. Os demais ficam na platéia, prestando atenção, fazendo perguntas e comentários. Faça um breve resumo das principais colocações.
3. PAINEL INTEGRADO – Divida a classe em cinco grupos de cinco alunos – por exemplo A, B, C.D e E. Dentro de cada grupo, atribua um numero a cada participante ( 1,2,3,4 e 5 ). Proponha um tema e deixe conversarem por 10 minutos. Reorganize então os grupos: seunindo todos os números 1 de cada grupo, e assim sucessivamente, formando cinco novos grupos. Diga para apresentarem as conclusões da primeira fase dos interlocutores. Passados 10 minutos, abra a discussão para o coletivo, destacando pontos de concordância e divergência.
4.PERGUNTAS E RESPOSTAS – Divida a classe em cinco grupos e peça para elaborarem quatro perguntas sobre determinado tema. Escreva cada pergunta em uma folha separada e identifique o grupo que a fez. Depois, encaminhe as questões formuladas pelo grupo A aos demais grupos e assim sucessivamente. Cada grupo deve responder, por livre escolha, uma das questões recebidas. Finalmente, volte a reunir a classe, lendo as questões escolhidas e as respostas. Estimule as discussões, observando qual equipe teve mais perguntas escolhidas pelos colegas.
5.VERBALIZAR E OBSERVAR – Divida a classe em dois grupos e arrume as carteiras em dois círculos concêntricos. O grupo que se sentar no circulo interno será o GV e no circulo externo fica o GO. Explique bem os papeis de cada grupo. O GV deverá discutir, no prazo combinado ( 10 minutos por exemplo) o tema indicado, e chegar a uma conclusão com a qual todos concordem. O GO ficará observando e registrando quais atitudes ajudam a alcançar o objetivo e quais atrapalham. Terminado o prazo, forme um só circulo e peça para o GO fazer seus comentários, permitindo que a turma do GV, acrescente suas próprias observações. Faça um quadro resumo das atitudes que mais ajudam e das que mais atrapalham uma discussão em grupo e converse sobre isso com a classe.
domingo, fevereiro 14, 2010
DINÂMICA - CAÇA AO TESOURO
Dinâmica: Caça Tesouro
Objetivo: Ajudar as pessoas a memorizarem os nomes uma das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas
Socializar e conhecer os membros do grupo
Material: Pessoas e papel
Descrição: A partir do comando do coordenador as pessoas solicitadas encontrarão os demais componentes que se ( acham ) encaixem em seus grupos a partir dos itens abaixo:
•Alguém com a mesma cor de olhos que os seus
•Alguém que viva numa casa sem fumantes
•Alguém que já tenha morado em outra cidade
•Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras
•Alguém que use óculos
•Alguém que tenha a mesma idade que você
•Alguém que tenha um animal de estimação
•Alguém que goste de verde
Identificar os grupos que obteve mais componentes e fazer comentários de como foram formados.
Objetivo: Ajudar as pessoas a memorizarem os nomes uma das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas
Socializar e conhecer os membros do grupo
Material: Pessoas e papel
Descrição: A partir do comando do coordenador as pessoas solicitadas encontrarão os demais componentes que se ( acham ) encaixem em seus grupos a partir dos itens abaixo:
•Alguém com a mesma cor de olhos que os seus
•Alguém que viva numa casa sem fumantes
•Alguém que já tenha morado em outra cidade
•Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras
•Alguém que use óculos
•Alguém que tenha a mesma idade que você
•Alguém que tenha um animal de estimação
•Alguém que goste de verde
Identificar os grupos que obteve mais componentes e fazer comentários de como foram formados.
Como trabalhar a avaliação processual?
A duração da aula é de 50 minutos. O professor trabalha o conteúdo e reserva os 5 minutos finais para o diálogo com os alunos, questionando-os a respeito das questões básicas que são significativas para a seqüência das atividades a serem trabalhadas.
Na segunda aula o professor deverá apresentar atividades escritas, oral ou no quadro para serem trabalhadas nos 5 primeiros minutos da aula. Escolhe-se uma amostragem cuja quantidade deverá a critério do professor. Utiliza-se mais 5 minutos para corrigir a atividade, retrabalhando as duvidas obtidas nessa amostragem, continuando em seguida a seqüência dos conteúdos e assim sucessivamente. O professor deverá ir anotando os avanços e dificuldades que serão discutidos nas reuniões de AC.. Dessa maneira estamos trabalhando de forma processual, procurando romper com a relação estudo e nota buscamos uma relação maior com a aprendizagem
O aluno que perder a aula por algum motivo, o professor deve avisa-lo do conteúdo da aula anterior e o mesmo deverá estudá-lo
Na segunda aula o professor deverá apresentar atividades escritas, oral ou no quadro para serem trabalhadas nos 5 primeiros minutos da aula. Escolhe-se uma amostragem cuja quantidade deverá a critério do professor. Utiliza-se mais 5 minutos para corrigir a atividade, retrabalhando as duvidas obtidas nessa amostragem, continuando em seguida a seqüência dos conteúdos e assim sucessivamente. O professor deverá ir anotando os avanços e dificuldades que serão discutidos nas reuniões de AC.. Dessa maneira estamos trabalhando de forma processual, procurando romper com a relação estudo e nota buscamos uma relação maior com a aprendizagem
O aluno que perder a aula por algum motivo, o professor deve avisa-lo do conteúdo da aula anterior e o mesmo deverá estudá-lo
LUDICIDADE - RELAÇÕES EDUCATIVAS
O Lúdico apresenta valores específicos para todas as fases da vida humana. Assim, na idade infantil e na adolescência a finalidade é essencialmente pedagógica. A criança e mesmo o jovem opõe uma resistência à escola e ao ensino, porque acima de tudo ela não é lúdica, não é prazerosa.
Snyders (S/D) defende a alegria na escola, vendo-a não só como necessária, mas como possível.
“A maior parte das crianças em situação de fracasso são as de classe popular e elas precisam ter prazer em estudar; do contrário, desistirão, abandonarão a escola, se puderem. (...)
Quanto mais os alunos enfrentam dificuldades de ordem física e econômica, mais a Escola deve ser um local que lhes traga outras coisas. Essa alegria, não pode ser uma alegria que os desvie da luta, mas eles precisam ter o estímulo ao prazer. A alegria deve ser prioridade para aqueles que sofrem mais fora da escola. (...)
Estudos demonstram que através de atividades lúdicas, o educando explora muito mais sua criatividade, melhora sua conduta no processo de ensino-aprendizagem e sua auto estima.
O indivíduo criativo é um elemento importante para o funcionamento efetivo da sociedade, pois é ele quem faz descobertas, inventa e promove mudanças.
O referencial teórico dessa pesquisa teve como base as teorias críticas da educação.
Libâneo (1996,p. 39) nos diz:
“A função da pedagogia “dos conteúdos” é dar um passo à frente no papel transformador da escola, mas á partir de condições existentes. Assim, a condição para que a escola sirva aos interesses populares é garantir a todos um bom ensino, isto é, a apropriação dos conteúdos escolares que tenham ressonância na vida dos alunos”.
A escola passou a difundir um ensino enciclopédico, imaginando quanto mais conteúdos passassem, mais os alunos se desenvolveriam, o que não é verdade. Para serem assimiladas, as informações devem fazer sentido. Isso se dá quando elas incidem, no que Vygotsky (2001 p. 25) chamou de zona de desenvolvimento proximal, a distância entre aquilo que a criança sabe fazer sozinha (o desenvolvimento real) e o que é capaz de realizar com ajuda de alguém mais experiente (o desenvolvimento potencial). Assim, o bom ensino é o que incide na zona proximal.
No entanto, o sentido verdadeiro da educação lúdica, só estará garantido se o professor estiver preparado para realizá-lo e ter um profundo conhecimento sobre os fundamentos da mesma.
Assim podemos perceber que o Lúdico apresenta uma concepção teórica profunda e uma concepção prática, atuante e concreta.
“O lúdico deve estar em todos os momentos presentes, porque torna o aprendizado mais prazeroso, utilizando vários jogos e brincadeiras na sala de aula. Ao integrar com a Educação Física, deve-se planejar, pensar atividades integradas que todos os alunos participem.”
“O lúdico em sala de aula pode e deve ser trabalhado em todas as atividades, pois é uma maneira de aprender/ensinar que desperta prazer e assim a aprendizagem se realiza.”
maneira integrada o que antes não acontecia.”
Mais uma vez observa-se nas falas uma mudança de concepção e disposição para mudança de atitude à partir do conhecimento teórico adquirido no seu processo de formação, porém, não se tem a garantia da associação teoria e prática na sala de aula.
Assim isso nos permite assegurar que os entrevistados reconhecem que a pedagogia através do jogo oferece algumas vantagens: a ludicidade, a cooperação, a participação, enfim, promovem a alegria, prazer e motivação. Diante disso, seria necessário que esses benefícios fossem reconhecidos e colocados verdadeiramente em prática. Essa integração é perfeitamente viável.
*Lisandra Olinda Roberto Neves
Snyders (S/D) defende a alegria na escola, vendo-a não só como necessária, mas como possível.
“A maior parte das crianças em situação de fracasso são as de classe popular e elas precisam ter prazer em estudar; do contrário, desistirão, abandonarão a escola, se puderem. (...)
Quanto mais os alunos enfrentam dificuldades de ordem física e econômica, mais a Escola deve ser um local que lhes traga outras coisas. Essa alegria, não pode ser uma alegria que os desvie da luta, mas eles precisam ter o estímulo ao prazer. A alegria deve ser prioridade para aqueles que sofrem mais fora da escola. (...)
Estudos demonstram que através de atividades lúdicas, o educando explora muito mais sua criatividade, melhora sua conduta no processo de ensino-aprendizagem e sua auto estima.
O indivíduo criativo é um elemento importante para o funcionamento efetivo da sociedade, pois é ele quem faz descobertas, inventa e promove mudanças.
O referencial teórico dessa pesquisa teve como base as teorias críticas da educação.
Libâneo (1996,p. 39) nos diz:
“A função da pedagogia “dos conteúdos” é dar um passo à frente no papel transformador da escola, mas á partir de condições existentes. Assim, a condição para que a escola sirva aos interesses populares é garantir a todos um bom ensino, isto é, a apropriação dos conteúdos escolares que tenham ressonância na vida dos alunos”.
A escola passou a difundir um ensino enciclopédico, imaginando quanto mais conteúdos passassem, mais os alunos se desenvolveriam, o que não é verdade. Para serem assimiladas, as informações devem fazer sentido. Isso se dá quando elas incidem, no que Vygotsky (2001 p. 25) chamou de zona de desenvolvimento proximal, a distância entre aquilo que a criança sabe fazer sozinha (o desenvolvimento real) e o que é capaz de realizar com ajuda de alguém mais experiente (o desenvolvimento potencial). Assim, o bom ensino é o que incide na zona proximal.
No entanto, o sentido verdadeiro da educação lúdica, só estará garantido se o professor estiver preparado para realizá-lo e ter um profundo conhecimento sobre os fundamentos da mesma.
Assim podemos perceber que o Lúdico apresenta uma concepção teórica profunda e uma concepção prática, atuante e concreta.
“O lúdico deve estar em todos os momentos presentes, porque torna o aprendizado mais prazeroso, utilizando vários jogos e brincadeiras na sala de aula. Ao integrar com a Educação Física, deve-se planejar, pensar atividades integradas que todos os alunos participem.”
“O lúdico em sala de aula pode e deve ser trabalhado em todas as atividades, pois é uma maneira de aprender/ensinar que desperta prazer e assim a aprendizagem se realiza.”
maneira integrada o que antes não acontecia.”
Mais uma vez observa-se nas falas uma mudança de concepção e disposição para mudança de atitude à partir do conhecimento teórico adquirido no seu processo de formação, porém, não se tem a garantia da associação teoria e prática na sala de aula.
Assim isso nos permite assegurar que os entrevistados reconhecem que a pedagogia através do jogo oferece algumas vantagens: a ludicidade, a cooperação, a participação, enfim, promovem a alegria, prazer e motivação. Diante disso, seria necessário que esses benefícios fossem reconhecidos e colocados verdadeiramente em prática. Essa integração é perfeitamente viável.
*Lisandra Olinda Roberto Neves
Princípios para nortear a Prática Pedagógica
1. Torne os alunos conscientes de suas forças e habilidades. Utilize as inteligências múltiplas para apóia-los e não para classifica-los. Eles devem conhecer as diferentes inteligências, identificando-as em suas preferências e habilidades, nas formas como resolvem problemas. Se tiverem essa consciência, também poderão apoiar os professores na escolha das estratégias que melhor atendam ao grupo e sejam geradoras de aprendizagem. Isso implica uma nova relação de poder na sala de aula: o professor assume o papel de guia e orientador, mantendo uma interlocução permanente com os alunos.
2. Estimule a cooperação e autonomia dos alunos. É necessário que se construa um ambiente cooperativo, o qual estimule o desenvolvimento da autonomia. Mais uma vez, retoma-se a idéia de protagonismo: o professor apóia o aluno, criando condições para que este tenha ferramentas que lhe permitam alcançar determinadas metas de aprendizagem, que se sinta comprometido com seu próprio processo, além de compreender que pode aprender com a diferença, muitas vezes personificada em seus colegas, que têm formas de aprender diferentes das suas.
3. Compartilhe as metas de aprendizagem. Umas das tarefas importantes do professor é selecionar o que é central na abordagem de um conteúdo e direcionar o ensino para esses aspectos. Na sociedade contemporânea, o essencial não é a quantidade de informações, mas sim saber encontrá-las e utilizá-las, o que significa perguntar, duvidar, analisar, experimentar, errar, imaginar; em resumo, aprender e aprender. Traçar metas orienta o caminho, tanto no que se refere ao alcance quanto à profundidade e direção da investigação. Além disso, compartilhar essas metas com os alunos ajuda-os a se comprometer com seu próprio processo de aprendizagem, além de tornar possível sua auto-regulação.
4. Elabore atividades ( desempenhos ) que vão além da informação, sejam diversificadas e apresentem níveis progressivos de profundidade. Colocar o conhecimento em prática, em diferentes situações e de maneiras diversas, constitui o pilar da aprendizagem para a compreensão. A prática pedagógica deve privilegiar tarefas intelectualmente estimulantes, envolvendo os alunos para que possam expandir, reconfigurar e aplicar seus conhecimentos, tal como explicar, demonstrar, dar exemplos, fazer analogias, estabelecer relações. Devem fazê-lo de maneira reflexiva, recebendo retroalimentação que lhes permita progredir. Esta pode ser oferecida pelo professor, pelos colegas, por materiais ou fichas de auto-avaliação. As atividades devem variar desde aquelas que colocam em jogo as concepções iniciais dos alunos até aquelas que exigem sínteses e elaborações mais profundas.
5. Utilize diferentes estratégias e recursos de ensino. Realizar uma prática que envolva múltiplas estratégias de ensino conduz a melhores resultados na aprendizagem. A complexidade do ato de aprender exige tempo, múltiplas experiências e apoio constante. Além disso, considerando que compreender é usar o conhecimento flexivelmente, a variedade de situações permite que se estabeleçam diferentes conexões. Trazendo novamente a visão expandida da inteligência, podemos inferir que a possibilidade de compreender bem algo está intimamente relacionada aos recursos disponíveis.
6. Utilize diferentes “ pontos de entrada” para a aprendizagem. Um dos grandes desafios do professor, segundo Meirieu ( 1998 ), é gerar no aluno a necessidade de aprender, fazer com que nasça o desejo de aprender. Uma maneira de conquistar isso é elaborar diferentes formas de ensino para um mesmo conceito. Decidir qual é a melhor forma de apresentar um conteúdo é muito importante.
Um professor competente, além de dominar o conteúdo, conhece os melhores meios de alcança-lo. Por isso, estar sempre atento para buscar recursos que ajudem os alunos a acessar os conteúdos de múltiplas maneiras. Se eles vêem em tópicos através de uma única perspectiva, é praticamente certo que esse conceito terá uma dimensão rígida e o seu uso será limitado.
Gardner ( 2000) identificou pelo menos seis “ pontos de entrada” ao conhecimento, que ajudam os alunos na aprendizagem de determinados conteúdos.
• Narrativo: o conteúdo é acessado pelos elementos narrativos do tema ( vídeos, filmes, histórias, entrevistas, etc.);
• Lógico-quantittivo: enfoca-se o conceito recorrendo a considerações de ordem numérica ou de processos dedutivos;
• Experiencial: envolve habilidades ou experiências físicas, como usar o corpo, manusear os materiais que incorporam ou transmitem o conceito;
• Estético: a ênfase recai nas características sensoriais ( cores, formas, expressão e composição );
• Fundacional ou existencial: aborda a face filosófica dos conceitos
• Social cooperativo ou interpessoal: privilegia as experiências sociais ( debater, argumentar, apresentar alternativas distintas, desempenhar diversos papéis )
7. Comprometa-se com uma avaliação diversificada. Qualquer prática comprometida com os processos de aprendizagem deve centrar-se na busca de evidências de que os alunos estão aprendendo. A avaliação é um componente do processo de aprendizagem, sua função é oferecer subsídios para que os alunos monitorem e aprofundem sua compreensão. Para isso, é necessário que ela seja contínua, que ofereça momentos de retroalimentação, que esteja estreitamente articulada com as metas de aprendizagem, que tenha critérios claros e compartilhados e que seja composta de instrumentos diversificados, com ênfase nas forças dos alunos, e não em suas fraquezas. A padronização dos instrumentos é incoerente com a concepção das inteligências múltiplas.
2. Estimule a cooperação e autonomia dos alunos. É necessário que se construa um ambiente cooperativo, o qual estimule o desenvolvimento da autonomia. Mais uma vez, retoma-se a idéia de protagonismo: o professor apóia o aluno, criando condições para que este tenha ferramentas que lhe permitam alcançar determinadas metas de aprendizagem, que se sinta comprometido com seu próprio processo, além de compreender que pode aprender com a diferença, muitas vezes personificada em seus colegas, que têm formas de aprender diferentes das suas.
3. Compartilhe as metas de aprendizagem. Umas das tarefas importantes do professor é selecionar o que é central na abordagem de um conteúdo e direcionar o ensino para esses aspectos. Na sociedade contemporânea, o essencial não é a quantidade de informações, mas sim saber encontrá-las e utilizá-las, o que significa perguntar, duvidar, analisar, experimentar, errar, imaginar; em resumo, aprender e aprender. Traçar metas orienta o caminho, tanto no que se refere ao alcance quanto à profundidade e direção da investigação. Além disso, compartilhar essas metas com os alunos ajuda-os a se comprometer com seu próprio processo de aprendizagem, além de tornar possível sua auto-regulação.
4. Elabore atividades ( desempenhos ) que vão além da informação, sejam diversificadas e apresentem níveis progressivos de profundidade. Colocar o conhecimento em prática, em diferentes situações e de maneiras diversas, constitui o pilar da aprendizagem para a compreensão. A prática pedagógica deve privilegiar tarefas intelectualmente estimulantes, envolvendo os alunos para que possam expandir, reconfigurar e aplicar seus conhecimentos, tal como explicar, demonstrar, dar exemplos, fazer analogias, estabelecer relações. Devem fazê-lo de maneira reflexiva, recebendo retroalimentação que lhes permita progredir. Esta pode ser oferecida pelo professor, pelos colegas, por materiais ou fichas de auto-avaliação. As atividades devem variar desde aquelas que colocam em jogo as concepções iniciais dos alunos até aquelas que exigem sínteses e elaborações mais profundas.
5. Utilize diferentes estratégias e recursos de ensino. Realizar uma prática que envolva múltiplas estratégias de ensino conduz a melhores resultados na aprendizagem. A complexidade do ato de aprender exige tempo, múltiplas experiências e apoio constante. Além disso, considerando que compreender é usar o conhecimento flexivelmente, a variedade de situações permite que se estabeleçam diferentes conexões. Trazendo novamente a visão expandida da inteligência, podemos inferir que a possibilidade de compreender bem algo está intimamente relacionada aos recursos disponíveis.
6. Utilize diferentes “ pontos de entrada” para a aprendizagem. Um dos grandes desafios do professor, segundo Meirieu ( 1998 ), é gerar no aluno a necessidade de aprender, fazer com que nasça o desejo de aprender. Uma maneira de conquistar isso é elaborar diferentes formas de ensino para um mesmo conceito. Decidir qual é a melhor forma de apresentar um conteúdo é muito importante.
Um professor competente, além de dominar o conteúdo, conhece os melhores meios de alcança-lo. Por isso, estar sempre atento para buscar recursos que ajudem os alunos a acessar os conteúdos de múltiplas maneiras. Se eles vêem em tópicos através de uma única perspectiva, é praticamente certo que esse conceito terá uma dimensão rígida e o seu uso será limitado.
Gardner ( 2000) identificou pelo menos seis “ pontos de entrada” ao conhecimento, que ajudam os alunos na aprendizagem de determinados conteúdos.
• Narrativo: o conteúdo é acessado pelos elementos narrativos do tema ( vídeos, filmes, histórias, entrevistas, etc.);
• Lógico-quantittivo: enfoca-se o conceito recorrendo a considerações de ordem numérica ou de processos dedutivos;
• Experiencial: envolve habilidades ou experiências físicas, como usar o corpo, manusear os materiais que incorporam ou transmitem o conceito;
• Estético: a ênfase recai nas características sensoriais ( cores, formas, expressão e composição );
• Fundacional ou existencial: aborda a face filosófica dos conceitos
• Social cooperativo ou interpessoal: privilegia as experiências sociais ( debater, argumentar, apresentar alternativas distintas, desempenhar diversos papéis )
7. Comprometa-se com uma avaliação diversificada. Qualquer prática comprometida com os processos de aprendizagem deve centrar-se na busca de evidências de que os alunos estão aprendendo. A avaliação é um componente do processo de aprendizagem, sua função é oferecer subsídios para que os alunos monitorem e aprofundem sua compreensão. Para isso, é necessário que ela seja contínua, que ofereça momentos de retroalimentação, que esteja estreitamente articulada com as metas de aprendizagem, que tenha critérios claros e compartilhados e que seja composta de instrumentos diversificados, com ênfase nas forças dos alunos, e não em suas fraquezas. A padronização dos instrumentos é incoerente com a concepção das inteligências múltiplas.
Os avanços e desafios da relação ensino-aprendizagem
A educação, processo de desenvolvimento essencial ao ser humano, não é estática porque acompanha a evolução e, portanto, é dinâmica e adaptável a cada novo tempo que chega. Não obstante, são criados modelos de se educar que permanecem por determinado período – às vezes longo – nas famílias, escolas e organizações. Há uma constante preocupação quanto à validade de cada modelo, a sua obsolescência ou tempo de vida útil, levando muitos estudiosos a compreender o momento em que vive a sua sociedade e as novas demandas educacionais.
Quando se trata da educação no âmbito da formação escolar, vêem-se constantes debates a respeito das formas mais adequadas para se promover as relações que permeiam o conhecimento. Percebe-se, cada vez melhor, a sutileza com que se processa a relação ensino-aprendizagem. Nomes consagrados do meio, a exemplo de Paulo Freire, revelam que "ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção".
Surgem, então, novos desafios para quem deseja construir métodos e estratégias educacionais de forma refinada, levando-se em conta a evolução pela qual trafegam mestre e aluno. Esse movimento não ocorre com facilidade, ou seja, opera-se uma revolução. Transformações desse porte causam o já conhecido caos, que só é descrito após a sua reorganização. Enquanto ele existe, pouco se percebe a respeito em virtude do furacão que se agita e dificulta a compreensão pelo tempo nele envolvido.
Ao focar esse tipo de desafio na vida escolar, devem-se levar em conta diversos aspectos colaboradores e de alta motivação, tais como:
Considerar, enquanto avaliação preliminar, os alunos (o seu ambiente comum, os seus horários de estudo, idades e responsabilidades familiares e sociais, etc).
Observar o conhecimento prévio que cada aluno traz consigo, e as experiências. Relevar o fato de que este conhecimento já adquirido facilita a aquisição de novo saber, sem esquecer que deve haver o respeito para com a quantidade de novas informações a serem fornecidas diariamente. No eixo da aprendizagem, encontram-se três elementos para adquirir o saber: qualidade, quantidade e tempo. Se há pouco tempo e opta-se pela qualidade, o resultado será baixa quantidade. Se a opção for pela quantidade, obter-se-á baixa qualidade. É uma escolha que deve ser feita mediante as condições existentes na programação escolar. Um bom planejamento deve prever essas condições para que possam gerar maiores êxitos.
Outro item importante é o conhecimento que o mestre tem, disponibilizando-o na construção do contato diário com os alunos. Boa formação profissional é sempre bem vinda. No entanto, deve-se lembrar que outros conhecimentos são também fundamentais, tal como o emprego das teorias e filosofias de liderança. Tem maior chance de facilitar o processo de ensino-aprendizagem o educador-líder ou líder-educador. Afinal este se conhece, conhece o outro e as mudanças que ocorrem ao longo da vida, exercitando a empatia e obtendo um diagnóstico constante de como os seus alunos aprendem, e ainda as suas dificuldades, anseios e as possíveis dificuldades de aprendizagem.
Alguns métodos facilitam e devem ser levados em conta: dinâmica de grupos para sensibilizar os alunos, discussão e construção do saber com maior participação (ainda que se inicie com raros alunos, tudo tem que ter o primeiro passo), elaboração criativa de apresentações sobre determinados conhecimentos (uso de recursos materiais e de idéias), recursos tecnológicos como projeções e aulas expositivas. Há, ainda, a preocupação do marketing pessoal que se forma, levando o aluno a se projetar no mercado de trabalho por suas habilidades: competências, aplicação prática, conhecimento e, conseqüentemente, o marketing da instituição de ensino, que é parte importante do currículo deste aluno. Logo, cria-se uma marca que identifica um bom lugar de formação e isso gera uma maior procura e crescimento decorrentes.
Organização e método podem complementar o arsenal do professor, criando uma estrutura de apoio além de atender ao funcionamento administrativo das organizações de ensino. Dessa forma, existe maior estabilidade e segurança, sem perder de vista a flexibilidade, para não se tornar rígido demais ou dificultar as mudanças e as novas adaptações evolutivas.
A atenção deve observar cada detalhe e servir como uma fonte de informações que se processa por meio da reflexão, que é sempre compartilhada na relação ensino-aprendizagem, levando ao desenvolvimento comunitário.
(Armando Correa De Siqueira Neto )
Quando se trata da educação no âmbito da formação escolar, vêem-se constantes debates a respeito das formas mais adequadas para se promover as relações que permeiam o conhecimento. Percebe-se, cada vez melhor, a sutileza com que se processa a relação ensino-aprendizagem. Nomes consagrados do meio, a exemplo de Paulo Freire, revelam que "ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção".
Surgem, então, novos desafios para quem deseja construir métodos e estratégias educacionais de forma refinada, levando-se em conta a evolução pela qual trafegam mestre e aluno. Esse movimento não ocorre com facilidade, ou seja, opera-se uma revolução. Transformações desse porte causam o já conhecido caos, que só é descrito após a sua reorganização. Enquanto ele existe, pouco se percebe a respeito em virtude do furacão que se agita e dificulta a compreensão pelo tempo nele envolvido.
Ao focar esse tipo de desafio na vida escolar, devem-se levar em conta diversos aspectos colaboradores e de alta motivação, tais como:
Considerar, enquanto avaliação preliminar, os alunos (o seu ambiente comum, os seus horários de estudo, idades e responsabilidades familiares e sociais, etc).
Observar o conhecimento prévio que cada aluno traz consigo, e as experiências. Relevar o fato de que este conhecimento já adquirido facilita a aquisição de novo saber, sem esquecer que deve haver o respeito para com a quantidade de novas informações a serem fornecidas diariamente. No eixo da aprendizagem, encontram-se três elementos para adquirir o saber: qualidade, quantidade e tempo. Se há pouco tempo e opta-se pela qualidade, o resultado será baixa quantidade. Se a opção for pela quantidade, obter-se-á baixa qualidade. É uma escolha que deve ser feita mediante as condições existentes na programação escolar. Um bom planejamento deve prever essas condições para que possam gerar maiores êxitos.
Outro item importante é o conhecimento que o mestre tem, disponibilizando-o na construção do contato diário com os alunos. Boa formação profissional é sempre bem vinda. No entanto, deve-se lembrar que outros conhecimentos são também fundamentais, tal como o emprego das teorias e filosofias de liderança. Tem maior chance de facilitar o processo de ensino-aprendizagem o educador-líder ou líder-educador. Afinal este se conhece, conhece o outro e as mudanças que ocorrem ao longo da vida, exercitando a empatia e obtendo um diagnóstico constante de como os seus alunos aprendem, e ainda as suas dificuldades, anseios e as possíveis dificuldades de aprendizagem.
Alguns métodos facilitam e devem ser levados em conta: dinâmica de grupos para sensibilizar os alunos, discussão e construção do saber com maior participação (ainda que se inicie com raros alunos, tudo tem que ter o primeiro passo), elaboração criativa de apresentações sobre determinados conhecimentos (uso de recursos materiais e de idéias), recursos tecnológicos como projeções e aulas expositivas. Há, ainda, a preocupação do marketing pessoal que se forma, levando o aluno a se projetar no mercado de trabalho por suas habilidades: competências, aplicação prática, conhecimento e, conseqüentemente, o marketing da instituição de ensino, que é parte importante do currículo deste aluno. Logo, cria-se uma marca que identifica um bom lugar de formação e isso gera uma maior procura e crescimento decorrentes.
Organização e método podem complementar o arsenal do professor, criando uma estrutura de apoio além de atender ao funcionamento administrativo das organizações de ensino. Dessa forma, existe maior estabilidade e segurança, sem perder de vista a flexibilidade, para não se tornar rígido demais ou dificultar as mudanças e as novas adaptações evolutivas.
A atenção deve observar cada detalhe e servir como uma fonte de informações que se processa por meio da reflexão, que é sempre compartilhada na relação ensino-aprendizagem, levando ao desenvolvimento comunitário.
(Armando Correa De Siqueira Neto )
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